Carolina e o romantismo revolucionário

  • Tony Shigueki NAKATANI

Resumo

A despeito de uma imagem idealizada que a esquerda e os intelectuais adotaram em relação ao povo na década de 1960, Carolina por ela mesma se mostra como a negação daquilo que eles propunham. Com o seu livro Quarto de despejo, a “visão de dentro da favela”, como diz Audálio Dantas (jornalista que trouxe a público os diários de Carolina), ela desautoriza o discurso romântico que se tinha acerca dos marginalizados do sistema capitalista

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Como Citar
NAKATANI, T. (1). Carolina e o romantismo revolucionário. BALEIA NA REDE, 1(3). Recuperado de http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/baleianarede/article/view/1357