Hegemony, hegemonic disputes and hegemonic interregnum. Resistances of the American order, challenges for the peer competitors

2018-08-04

[BJIR - SPECIAL ISSUE] Call for papers/Chamada de trabalhos [Deadline extended to 13 August 2018]

 

Brazilian Journal of International Relations - BJIR (ISSN: 2237-7) invites everyone to participate in a edition entitled:

 

"Hegemony, hegemonic disputes and hegemonic interregnum. 

 

Resistances of the American order, challenges for the peer competitors"

 

With the recent decline of the United States as a hegemonic power, humanity has entered a rare moment in history, characterized by the absence of hegemony: this period is named as a hegemonic interregnum and distinguished by the intense interstate competition, the impetuous inter-company rivalry and the growing social conflict, all of which resulted in systemic crisis. Even when they are fed back, the objective of this BJIR' special issue is focused on the intense interstate competition, for which the academic community to examine this historical moment which is situated between the decline of the old American order, but still without the dawn and the clarity of a new order.

 

Interstate competition has as main actors the exhegemon, which seeks to preserve the status quo; the emerging powers, which are positioned as peer competitors and deploy revisionist policies; and the previous great powers - former allies of the hegemon and often declining powers - that tend to rethink their commitments to prevail in the systemic chaos. In this sense, a three-way competition occurs: 1) between the exhegemon and the peer competitors, 2) between the peer competitors themselves, whose relations are usually of competence / cooperation, 3) between the world powers and the exhegemon, those who pragmatically they distance themselves when their respective interests are threatened. In this interstate competition that takes place in the context of the hegemonic interregnum, the following international dynamics need to be considered:

 

 

    • The implications of the redefinition of the United States’ role with Trump’s presidency as the ex-hegemonic power for the global governance.

 

    • The strategic but also contradictory action of the world powers (G7) and the middle powers to maintain the status quo and preserve the remnants of the American order.

 

    • The transformation of China from a regional power to the most visible and outstanding peer competitor, an actor that seeks to manage its “new normality” while confirming its willingness to lead ambitious projects such as the “One Belt, One Road Initiative”.

 

    • The challenges faced by other regional powers (Russia, Brazil, Saudi Arabia, Mexico, India, Turkey, Poland, Argentina and South Africa) and subregional powers (Iran, Indonesia, Colombia, Kazakhstan, Egypt, Venezuela, Philippines, Pakistan, Nigeria and Ukraine) to maintain the emergency dynamics that distinguished them in the first decade of the 21st century and, in that sense, the adjustments they implement to continue to play a leading role in regional or subregional governance.

 

    • The growing inability of international organizations of the American order to manage the complex humanitarian, environmental and security problems of today, dilemmas that are exacerbated by the absence of leadership due to the hegemonic empty.

 

    • The specific challenges for Latin America, a region that continues to pursue development, but whose ideological polarization has placed it in a political drift and its regional integration processes are stagnant.

 

 

This Call for Papers aims at bringing new contributions to the studies of the hegemonic interregnum and the intense interstate competition that unfolds globally, regionally and sub-regionally. The complexity of this historical context and the diversity of implications outlined may contribute to the construction of the knowledge in this theme.

 

The deadline for submissions is until August 6, 2018.  The publication is conditioned to BJIR Scientific Council's judgment – Editorial Council, Editorial Room and ad hoc Appraisers. Anonymity of those participating in the evaluation will be preserved. Occasional work modifying suggestions (structure and content) will be agreed with the authors. The articles must be submitted by e-mail (bjir@igepri.org) or by the management system online BJIR: www.bjir.igepri.org or http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjir. Must be accompanied by abstracts of 250 words at most and keywords and have a maximum of 30 pages in Word 97-2003 document or higher, preferably in Times New Roman, size 12, 1.5 spacing. It is imperative data presentation (s) of author (s), such as academic degree, post, email, etc.). BJIR accepts unpublished works written in English, Spanish, and Portuguese, in article format, in International Relations area.

 

Help us to enrich further the debate in the academic community of International Relations!

 

Yours sincerely,

 

Daniel Morales Ruvalcaba  (Sun Yat-Sen University) - Guest Editor

 

Julio Ortiz Luquis (City University of New York) - Guest Editor

 

Marcelo Fernandes de Oliveira (Unesp) - Chief-Editor

 

Marcos Cordeiro Pires (Unesp) - Guest Editor

 

 

 

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[BJIR - SPECIAL ISSUE] Call for papers/Chamada de trabalhos [Prazo final prorrogado para 13 de agosto de 2018]

 

A Brazilian Journal of International Relations – BJIR (ISSN: 2237-7) convida a todos para participar de uma edição especial entitulada: 

 

"Hegemonia, disputas hegemônicas e interregno hegemônico. 

 

A resistência da ordem americana e os desafios para os seus potenciais rivais"

 

Com o recente declínio dos Estados Unidos como potência hegemônica, a Humanidade está ingressando num raro momento histórico, caracterizado pela ausência de um efetivo líder hegemônico: períodos assim são conhecidos como “interregno hegemônico”, marcados pela intensa competição interestatal, aumento da rivalidade interempresarial e o incremento de conflitos sociais, de cuja combinação resulta uma crise sistêmica. Mesmo considerando que este é um processo em curso e que esses elementos ainda estão sendo realimentados, uma vez que frente à decadência da ordem centrada nos Estados Unidos ainda não se apresenta de forma clara uma nova hegemonia, convidamos a comunidade acadêmica para refletir sobre esse fenômeno social por meio de uma edição especial da Brazilian Journal of International Relations (BJIR), cuja temática gira em torno dos conceitos de “hegemonia, disputas hegemônicas e interregno hegemônico”.

 

O quadro atual é bastante complexo. A atual competição interestatal tem como atores principais o ex-hegemon, que busca preservar o status quo; as potências emergentes, que se posicionam como competidoras e implementam políticas revisionistas; e as antigas grandes potências - aliadas do poder hegemônico e muitas vezes decadentes - que tendem a repensar seus compromissos para sobreviver em meio ao caos sistêmico. Nesse sentido, tende a ocorrer uma competição de três vias: (1) entre o ex-hegemon e os desafiantes; (2) entre os próprios desafiantes, cujas relações são geralmente de competição/cooperação; (3) entre as antigas potências mundiais e o ex-hegemon, do qual pragmaticamente se distanciam quando seus próprios interesses estão ameaçados. Nesta competição interestatal que ocorre no contexto do interregno hegemônico, as seguintes dinâmicas internacionais precisam ser consideradas:

 

 

    • As implicações do reposicionamento dos Estados Unidos sob a presidência de Trump para a governança global;

 

    • A ação estratégica, mas também contraditória, das potências mundiais (G7) e das potências médias para manter o status quo e preservar os traços remanescentes da ordem americana;

 

    • A transformação da China de uma potência regional para a mais visível e destacada potência desafiadora, um ator que busca administrar sua “nova normalidade” enquanto confirma sua disposição de liderar projetos ambiciosos como a “Iniciativa One Belt, One Road” (um cinturão, uma estrada);

 

    • Os desafios enfrentados por outras potências regionais (Rússia, Brasil, Arábia Saudita, México, Índia, Turquia, Polônia, Argentina e África do Sul) e sub-regionais (Irã, Indonésia, Colômbia, Cazaquistão, Egito, Venezuela, Filipinas, Paquistão, Nigéria e Ucrânia) para manter o dinamismo que as distinguiu na primeira década do século XXI e, nesse sentido, os ajustes que precisam adotar para continuar a desempenhar um papel de liderança na governança regional ou sub-regional;

 

    • A crescente incapacidade das organizações internacionais criadas sob a ordem norte-americana de gerir os atuais e complexos problemas humanitários, ambientais e de segurança, dilemas que são exacerbados pela ausência de liderança devido ao vazio hegemônico;

 

    • Os desafios específicos para a América Latina, uma região que continua a buscar o desenvolvimento, mas que cuja polarização ideológica a colocou em uma deriva política e que tem estagnado seus processos de integração regional.

 

 

Portanto, esta chamada de artigos visa trazer à luz novas contribuições para os estudos do interregno hegemônico e sobre a intensa competição interestatal que se desdobra nos âmbitos global, regional e sub-regional. Frente à complexidade desse contexto histórico e à diversidade de suas implicações, as contribuições enviadas podem auxiliar na construção de um maior entendimento sobre essa temática.

 

O prazo para envio de artigos é até 06 de agosto de 2018. A publicação dos trabalhos será condicionada a pareceres de Membros do Conselho Científico de BJIR – Conselho Editorial, Conselho de Redação e Avaliadores ad hoc–, aos quais é garantido o anonimato no processo de avaliação. Os artigos devem ser apresentados via e-mail (bjir@igepri.org) ou pelo sistema de gerenciamento on-line de BJIR:www.bjir.igepri.org ou http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/bjir. Devem vir acompanhados de resumos de até 250 palavras e palavras-chave e ter no máximo 30 páginas digitadas em documento Word 97-2003 ou superior, preferencialmente em fonte Times New Roman, tamanho 12, espaço 1,5. É imperativo a apresentação dos dados do (s) autor (es), tais como titulação acadêmica, cargo que ocupa, email). Serão aceitos trabalhos inéditos nos idiomas inglês, espanhol e português, sob forma de artigos, na área de Relações Internacionais. 

 

Contribua para enriquecer ainda mais o debate na comunidade acadêmica de Relações Internacionais! 

 

Atenciosamente,

 

Daniel Morales Ruvalcaba  (Sun Yat-Sen University) - Editor convidado

 

Julio Ortiz Luquis (City University of New York) - Editor convidado

 

Marcelo Fernandes de Oliveira (Unesp) - Editor-chefe

 

Marcos Cordeiro Pires (Unesp) - Editor convidado