http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/issue/feed Estudos Kantianos [EK] 2020-08-25T04:16:49-03:00 Ubirajara Rancan de Azevedo Marques ubirajara.rancan@gmail.com Open Journal Systems <p>Revista eletrônica&nbsp;<strong>Estudos Kantianos&nbsp;[EK]</strong>, publicação semestral do&nbsp;<strong>Centro de Pesquisas e Estudos Kantianos "Valerio Rohden"&nbsp;[CPEK]</strong>, vinculado ao Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências [FFC] da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" [UNESP].</p> http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10563 Palavra da Editoria 2020-07-27T06:38:08-03:00 Editores Associados estudoskantinos@gmail.com 2020-07-15T06:39:46-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10564 Editors’ word 2020-07-27T06:38:07-03:00 Editores Associados estudoskantinos@gmail.com 2020-07-15T06:43:24-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10565 Bolzano Vs Kant. O case study das categorias 2020-07-27T06:38:06-03:00 Lorenzo FOSSATI estudoskantinos@gmail.com <p>Bolzano foi um feroz opositor da filosofia de Kant; mesmo assim, ele não dedica muito espaço à crítica temática do conceito de categoria, uma questão crucial para a filosofia transcendental. O meu objetivo é apresentar as críticas pontuais de Bolzano à categoria aristotélica e à tábua kantiana, bem como delinear alguns conceitos peculiares de Bolzano, com base nos quais a noção de summum genus é originalmente repensada e qualquer dedução é radicalmente rejeitada.</p> <p>Recebido / Received: 26 de junho de 2020 / 26 June 2020<br>Aceito / Accepted: 2 julho de 2020 / 2 July 2020</p> 2020-07-15T06:50:05-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10566 Husserl e Ortega: reflexões no bicentenário do nascimento de Kant 2020-07-27T06:38:06-03:00 Carlos MORUJÃO estudoskantinos@gmail.com <p>Em 1924, ano do bicentenário do nascimento de Kant, Edmund Husserl e Ortega y Gasset avaliam o significado e a importância da filosofia transcendental. Husserl fá-lo numa conferência intitulada “Kant e filosofia transcendental”, publicada apenas postumamente (com diversos acrescentos ao texto original) no volume VII da Husserliana; Ortega em dois artigos, intitulados “Reflexões do centenário” e “Filosofia pura: anexo ao meu folheto ‘Kant’”, agora disponíveis no volume III das Obras Completas. Se, no caso do primeiro autor, se pode falar de uma aproximação ao pensamento kantiano, já no caso do segundo se pode falar de um afastamento, sob a acusação de que a filosofia de Kant não é senão uma variante sofisticada do idealismo da modernidade. Neste sentido, revisitar o pensamento de Kant, para Ortega, significa o mesmo – como ele próprio ironicamente o diz – que ir ao jardim zoológico para ver a girafa. A questão, porém, é muito mais complexa. Tanto na aproximação husserliana como no afastamento orteguiano encontramos um mesmo problema, que ambos tentam resolver com o auxílio do pensamento do filósofo de Königsberg. Sinteticamente, podemos identificar tal problema como sendo o da subjectividade, problema que poderíamos também chamar “o enigma da intencionalidade”, ou o da relação do Eu com a sua circunstância. Ora, a partir daqui os dois autores parecem divergir. Pois se ambos concordam no diagnóstico das “falhas” de Kant, que encontram na sua incapacidade em constituir uma doutrina das faculdades liberta da psicologia empirista e associacionista, já, no que diz respeito à ultrapassagem desta falha, os caminhos que propõem não são coincidentes: 1) Husserl, por um lado, defende a necessidade da redução fenomenológica e, na base desta, de uma reflexão completa sobre os actos da consciência e as objectividades que, como seus correlatos, neles são constituídas; 2) Ortega, por outro, distancia-se do procedimento reflexivo (que encontra já em Kant, para mais tarde o detectar também em Husserl), considerando-o como uma perda da executividade dos actos intencionais que estabelecem a relação entre o Eu e a sua circunstância. Assim, se Husserl considera incompleta a reflexão kantiana sobre os actos, pois Kant adopta um procedimento regressivo que parte do facto do conhecimento mundano para as suas condições de possibilidade subjectivas, igualmente mundanas; Ortega pretende invalidar a legitimidade de qualquer procedimento reflexivo, pois tal procedimento transforma a consciência primária (a “consciência de...”) em objecto de uma consciência secundária que nunca restituirá a espontaneidade da primeira. Por detrás destas duas interpretações da filosofia de Kant e da divergência que, na base delas, existe entre Husserl e Ortega, encontramos duas questões que não perderam a sua actualidade: “quem sou eu?” e “que é o mundo para mim?”</p> <p>Recebido / Received: 22 de abril de 2020 / 22 April 2020<br>Aceito / Accepted: 30 de abril de 2020 / 30 April 2020.</p> 2020-07-15T06:55:25-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/9920 A Motivação de Agir por Dever 2020-07-27T06:38:05-03:00 Darley Alves FERNANDES darley_alf@hotmail.com <p>Considerando que na moral kantiana as normas e princípios morais são objetivamente estabelecidos pela razão, nosso objetivo é elucidar como eles são subjetivamente válidos, ou, como eles se tornam motivos. Nosso argumento é divido em duas partes seguidas de uma conclusão: (i) fazemos uma contextualização conceitual da influência humeana no debate motivacional, destacando como isso influi sobre Kant e distinguindo três&nbsp; concepções de motivação que consideramos centrais na obra do autor; (ii) explicamos a relação formal entre os fundamentos objetivos e os fundamentos subjetivos de determinação da vontade, ou, entre o “dever” e o “motivo do dever”.</p> <p>Recebido / Received: 25 de janeiro de 2020 / 25 January 2020<br>Aceito / Accepted: 20 de fevereiro de 2020 / 20 February 2020.</p> 2020-07-15T06:57:08-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10567 Teleologie und Zeit: Die Zweckrationalität zwischen Natur und Freiheit 2020-07-27T06:38:04-03:00 Francesca FANTASIA estudoskantinos@gmail.com <p>A intenção do presente ensaio é destacar a função do tempo dentro de algumas estruturas teleológicas da filosofia prática de Kant, a fim de contribuir para a interpretação do desenvolvimento dos fins da razão e para a contextualização da questão kantiana da história. Das análises do duplo significado do bem supremo como plenamente realizável e parcialmente a promover, atenta-se em especial para a concepção da felicidade como um sistema complexo e conforme a um fim (como segunda parte do bem supremo) (1). A relação entre estes dois significados da ideia do bem supremo é então comparada com a relação entre o fim último da natureza e o fim último da criação, como formulado na KU (2). Como âmbito geral das realizações teleológicas práticas, a cultura desempenha um papel importante neste contexto, a fim de melhor explicar como pode ser estruturada concretamente a busca daquela felicidade sistemática no mundo (3). Por meio da relação entre ambos os níveis de normatividade da razão e com a teoria das disposições apresentada na Religionsschrift, é então considerado o resultado central da investigação de Kant, a fim de fundamentar a tese do progresso humano para o melhor (4).</p> <p>Recebido / Received: 14 de junho de 2020 / 14 June 2020<br>Aceito / Accepted: 30 de junho de 2020 / 30 June 2020</p> 2020-07-15T07:06:16-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10569 On rules of inference in Kant’s logic 2020-07-27T06:38:03-03:00 Davide DALLA ROSA estudoskantinos@gmail.com <p>O artigo trata do estatuto normativo da lógica geral de Kant com referência às inferências da razão. Especial atenção é dada aos modos silogísticos indiretos das segunda e terceira figuras e às regras correspondentes. A conclusão avalia se e como tais regras restringem o pensamento com respeito ao uso lógico da faculdade da razão.</p> <p>Recebido / Received: 26 de junho 2020 / 26 June 2020<br>Aceito / Accepted: 5 de julho de 2020 / 5 July 2020</p> 2020-07-15T07:13:27-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/9440 On Kant’s Concept of the Public Use of Reason: 2020-07-27T06:38:03-03:00 Roberta PASQUARÈ roberta.pasquare@gmail.com <p>With this paper I intend to rehabilitate the status of orality as medium of the public use of reason in the normative Kantian sense. As a first step, I reconstruct the reasons why Kant rejects the spoken word and designates the written word as the sole medium of public reasoning. As a second step, I argue for the possibility of employing the spoken word as medium of public reasoning while remaining within the normative framework of Kant’s concept of the public use of reason.<strong>&nbsp; </strong></p> <p>Recebido / Received: 20 de abril de 2020; / 20 April 2020<br>Aceito / Accepted: 6 de maio de 2020 / 6 May 2020</p> 2020-07-15T07:16:42-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10388 Non-State Peoples and Cosmopolitan Exit From the State of Nature 2020-08-25T04:16:49-03:00 Stefano LO RE stelore87@gmail.com <p class="p1"><span class="s1">Non-state peoples cannot be subjects of Kant’s international law, which accordingly affords them no protection against external interference. They might also lack the dynamic of private law at the basis of the duty of state entrance. <em>Prima facie</em>, this compels Kant to allow that their lands be appropriated and that they be forced out of the state of nature. But this conclusion is at odds with his cosmopolitanism, particularly its anti-imperialistic commitments: non-state peoples are protected against annexation, under Kant’s cosmopolitan law. The paper makes three contributions to the debate on this tension. Firstly, it disambiguates scope, ground, and <em>relata </em>of the duty to exit the state of nature. Secondly, it argues that non-state peoples have an inter-group duty to exit the state of nature; and that this holds for a non-state people regardless of whether it also has an intra-group duty of state entrance, which remains unenforceable by outside parties. Finally, it offers a construal of the former duty as a cosmopolitan duty to interact peacefully even in the absence of a shared culture.</span></p> <p class="p1"><span class="s1">Recebido / Received: 1o. de junho de 2020 / 1st June 2020<br>Aceito / Accepted: 30 de junho de 2020 / 30 June 2020.</span></p> 2020-07-15T07:20:12-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10570 A estrutura reguladora da crítica e o progresso da história em Kant 2020-07-27T06:38:02-03:00 Massimo MARASSI estudoskantinos@gmail.com <p>A filosofia da história de Kant coleta o legado do contexto do Iluminismo, e, ao mesmo tempo, é uma expressão da estrutura sistemática do conhecimento crítico. Portanto, a reflexão sobre a história inclui muitos temas que vão da liberdade moral ao progresso da cultura e à realização da lei, enquanto a providência e o projeto da natureza guiam seu curso. A história, portanto, está totalmente integrada na estrutura argumentativa do sistema crítico. Neste ensaio, pretendemos considerar apenas a relação entre o conhecimento regulador e o progresso histórico. Isto indica imediatamente a parcialidade desta perspectiva, o que nos permite, contudo, destacar a centralidade de três características principais na elaboração da primeira Crítica, a saber, idealidade, esquema, história da razão.</p> <p>Recebido / Received: 6 de julho de 2020 / 6 July 2020<br>Aceito / Accepted: 10 de julho de 2020 / 10 July 2020</p> 2020-07-15T07:28:10-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10571 Margit Ruffing, Annika Schlitte, Gianluca Sadun Bordoni (Eds.). Kants Naturrecht Feyerabend. Analysen und Perspektiven. Berlin/Boston: De Gruyter, 2020. pp. 295. 2020-07-27T06:38:01-03:00 Diego Kosbiau TREVISAN estudoskantinos@gmail.com 2020-07-15T07:33:49-03:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/10572 Normas editoriais / Editorial Guidelines 2020-07-27T06:34:33-03:00 Editores Associados estudoskantinos@gmail.com 2020-07-15T07:37:12-03:00 ##submission.copyrightStatement##