http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/issue/feed Estudos Kantianos [EK] 2019-05-23T08:43:51-03:00 Ubirajara Rancan de Azevedo Marques ubirajara.rancan@gmail.com Open Journal Systems <p>Revista eletrônica&nbsp;<strong>Estudos Kantianos&nbsp;[EK]</strong>, publicação semestral do&nbsp;<strong>Centro de Pesquisas e Estudos Kantianos "Valerio Rohden"&nbsp;[CPEK]</strong>, vinculado ao Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências [FFC] da Universidade Estadual Paulista "Júlio de Mesquita Filho" [UNESP].</p> http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8671 Palavra do Editor 2019-05-23T08:43:46-03:00 Ubirajara Rancan de Azevedo Marques labeditorial@marilia.unesp.br <p>O fascículo em pauta de Estudos Kantianos apresenta um total de 20 preciosos contributos científicos. Os primeiros 18—de autoria de João Carlos Brum Torres, Andrea Faggion, Marcos César Seneda, Christian Klotz, Verlaine Freitas, Bernardo Barros Oliveira, Luiz Camillo Osório, Sílvia Faustino de Assis Saes, Vladimir Vieira e Pablo Muchnik—provêm de estudiosos pertencentes a mais de uma geração, oriundos de diferentes países, todos amplamente reconhecidos pela regularidade e pelo alcance invulgar de suas atividades filosóficas. Os artigos ora publicados de tais acadêmicos constituem parte assaz representativa de um futuro Léxico Kantiano Eletrônico em Língua Portuguesa, empresa que, tendo principiado em meados de 2015, congrega algumas dezenas de colaboradores brasileiros e portugueses, mas também acadêmicos alemães, argentinos, espanhóis, italianos e norte-americanos. O que ora cá se publica—iniciativa que terá continuidade nos próximos fascículos de Estudos Kantianos—é só uma parte do material que já foi e vem ainda sendo disponibilizado para os editores de tal obra [Leonel Ribeiro dos Santos e Ubirajara Rancan de Azevedo Marques].</p> 2019-01-31T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8672 Editor's Note 2019-05-23T08:43:47-03:00 Ubirajara Rancan de Azevedo Marques labeditorial@marilia.unesp.br <p>The current issue of Estudos Kantianos presents a total of 18 precious scientific contributions. The first 16—authored by João Carlos Brum Torres, Andrea Faggion, Marcos César Seneda, Christian Klotz, Verlaine Freitas, Bernardo Barros Oliveira, Luiz Camillo Osório, Sílvia Faustino de Assis Saes, Vladimir Vieira and Pablo Muchnik—are the product of scholars who belong to different generations, who come from different countries and are all widely acknowledged by the regularity and unique reach of their philosophical activities. The articles now published are a representative part of the future Kantian Electronic Lexicon in Portuguese Language [Léxico Kantiano Eletrônico em Língua Portuguesa], an endeavor which was launched in mid-2015 and congregates tens of Brazilian and Portuguese collaborators, as well as German, Argentinian, Spanish, Italian and North-American scholars. That which is herein published–an initiative to be resumed in the next issues of Estudos Kantianos—is but a part of the material which has been and is still being made available to the editors of the work [Leonel Ribeiro dos Santos and Ubirajara Rancan de Azevedo Marques].</p> 2019-01-31T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8673 Sensação 2019-05-23T08:43:47-03:00 João Carlos Brum Torres labeditorial@marilia.unesp.br <p>O verbete trata de destacar os diferentes significados atribuídos ao termo “sensação” no conjunto da obra kantiana. Distingue basicamente o sentido subjetivo do termo, introduzido e explicado, sobretudo, no contexto da Crítica da Faculdade de Julgar, do sentido objetivo, que é tratado e subdistinguido no conjunto da obra teórica de Kant e que, sob diferentes aspectos e com relação a diferentes funções, é essencial para a restituição analítica da complexidade da cognição humana, notadamente do papel decisivo aí desempenhado pela sensibilidade.</p> 2019-01-31T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8674 Conceito 2019-05-23T08:43:48-03:00 Andrea Faggion labeditorial@marilia.unesp.br <p>De acordo com Immanuel Kant, há duas espécies de cognição: conceitos e intuições. Aqui, são apresentadas as principais características dos conceitos tal como foram desenvolvidas na filosofia de Kant.</p> 2019-01-31T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8675 Juízo 2019-05-23T08:43:48-03:00 Andrea Faggion labeditorial@marilia.unesp.br <p>A teoria do juízo de Immanuel Kant ocupa um lugar central em sua filosofia. Este trabalho apresenta seus elementos mais básicos.</p> 2019-01-31T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8678 Clareza e distinção 2019-05-23T08:43:48-03:00 Andrea Faggion labeditorial@marilia.unesp.br <p>A teoria do conhecimento moderna é marcada por investigações filosóficas sobre a natureza da causa/causalidade. Immanuel Kant prestou uma das principais contribuições a esse debate. Este trabalho sumariza brevemente a sua teoria da causa/causalidade.</p> 2019-01-29T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8680 Causa – causalidade 2019-05-23T08:43:48-03:00 Andrea Faggion labeditorial@marilia.unesp.br <p>A teoria do conhecimento moderna é marcada por investigações filosóficas sobre a natureza da causa/causalidade. Immanuel Kant prestou uma das principais contribuições a esse debate. Este trabalho sumariza brevemente a sua teoria da causa/causalidade.</p> 2019-01-29T10:24:50-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8679 Liberdade Transcendental – Liberdade Empírica / Psicológica 2019-05-23T08:43:48-03:00 Andrea Faggion labeditorial@marilia.unesp.br <p>Liberdade é o conceito mais importante da filosofia de Immanuel Kant. Já liberdade transcendental é um dos conceitos mais obscuros da história da filosofia. Este trabalho tenta jogar alguma luz sobre esse conceito e seu par: liberdade empírica/psicológica.</p> 2019-01-29T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8681 Conhecimento histórico e conhecimento racional 2019-05-23T08:43:48-03:00 Marcos César Seneda labeditorial@marilia.unesp.br <p>Conquanto seja utilizada somente no terceiro capítulo da Doutrina Transcendental do Método, designado “A arquitetônica da razão pura”, a distinção entre conhecimento histórico e conhecimento racional é um topos básico das Lógicas de Kant, marcando a diacronia de suas reflexões metafísicas. No percurso aqui proposto para esclarecer essas duas noções, remontamos a Christian Wolff. Para situar a posição epistemológica da Filosofia, no Discurso preliminar sobre a filosofia em geral, Wolff explicita a diferença entre os conhecimentos histórico, filosófico e matemático, na tentativa de alocar toda a aquisição do nosso conhecimento no interior dessa tripartição. Kant acolhe essa divisão tripartite, mas vai reduzi-la à oposição entre conhecimento histórico e conhecimento racional, equacionando o conhecimento empírico com o histórico, e situando filosofia e matemática no interior do último modo de conhecimento. Procurou-se aqui mostrar que essas duas noções decisivas e contrapostas são conversíveis entre si, articulando-se no interior daquilo que Kant denomina uma arquitetônica. Mediante essa distinção, Kant procura um princípio metodológico de unificação, opondo as noções de agregação e subordinação, que darão origem às noções de agregado e sistema. Sendo ciência sistemática, a filosofia é projetada no vértice da disposição racional de todas as ciências, guardando consigo a responsabilidade de abrigar a meta final de todo o uso da razão humana.</p> 2019-01-29T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8682 Conhecimento racional por conceitos (filosofia) e conhecimento racional por construção de conceitos (matemática) 2019-05-23T08:43:49-03:00 Marcos César Seneda labeditorial@marilia.unesp.br <p>A distinção entre filosofia e matemática enquanto modos de operação da razão tem presença marcante nos cursos de Lógica de Kant, mas igualmente articula diversas soluções de problemas no interior do pensamento crítico. No entanto, ela data do período pré-crítico, tendo se tornado bem explícita já na obra Investigação sobre a distinção dos princípios da teologia natural e da moral (1764). Quase duas décadas depois, essa distinção será retomada na “Doutrina transcendental do método”, contida na Crítica da razão pura (1781). Ao contrário de Christian Wolff, que propunha uma divisão tripartite do conhecimento, distinguindo conhecimentos históricos, filosóficos e matemáticos, Kant aloca os conhecimentos filosóficos e matemáticos no interior da mesma divisão epistemológica: ambos são conhecimentos racionais. No entanto, um é conhecimento racional por conceitos (filosofia) e outro é conhecimento racional por construção de conceitos (matemática). Por meio dessa distinção e das oposições que ela comporta, Kant vai definir o método de trabalho do filósofo e do matemático e o modo de resolução de problemas específico de cada uma dessas disciplinas. Comparando os dois textos citados acima, pretendemos esclarecer os procedimentos metodológicos concebidos mediante essa distinção, e as respectivas tarefas epistemológicas que ela comporta.</p> 2019-01-29T10:39:20-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8683 Juízo-de-reflexão de gosto 2019-05-23T08:43:49-03:00 Christian Klotz labeditorial@marilia.unesp.br <p>O objetivo do verbete é explicitar a concepção kantiana do juízo-de-reflexão de gosto, focalizando tanto sua função como chave para a análise da experiência do belo quanto sua vinculação com a teoria crítica do conhecimento. Finalmente, a transformação da concepção kantiana em Schiller e Fichte e algumas leituras mais recentes (Allison, Henrich, Guyer) são discutidas.</p> 2019-01-29T10:45:17-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8684 Forma 2019-05-23T08:43:49-03:00 Verlaine Freitas labeditorial@marilia.unesp.br <p>Apresentação do conceito de forma, ao qual se aplica o adjetivo de conformidade a fim no juízo de gosto. Trata-se de mostrar como Kant concebe a forma dos objetos belos na terceira Crítica, indo desde uma definição genérica e ampla como síntese do múltiplo do fenômeno até a especificação tomada como formalista pela tradição de comentários, ou seja, baseada quase exclusivamente nas relações espaço-temporais.</p> 2019-01-29T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8685 Conformidade a fins 2019-05-23T08:43:49-03:00 Verlaine Freitas labeditorial@marilia.unesp.br <p>Apresentação dos elementos definidores dos conceitos de fim e conformidade a fim. Inicia-se apresentando a noção geral de fim como vínculo entre um objeto e o conceito como sua origem, passando-se em seguida ao princípio da conformidade a fim, tomado como fundamento da ação própria da faculdade de julgar. O núcleo do texto é constituído pela aplicação de tais conceitos ao juízo de gosto. Por fim, considera-se as diferenças entre beleza livre e aderente, tópico relevante nas análises da beleza artística.</p> 2019-01-29T10:55:30-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8686 Comprazimento 2019-05-23T08:43:50-03:00 Verlaine Freitas labeditorial@marilia.unesp.br <p>Apresentação dos elementos definidores do conceito de comprazimento, tomado como teoricamente intercambiável com o de prazer. Partindo das noções de fim e conformidade a fim, o prazer/comprazimento será definido pela consciência de o estado da mente se manter. Em seguida pontamos diversas características, materiais e transcendentais desses conceitos, mostrando as relações antropológica- e esteticamente relevantes deles com seu oposto, o desprazer. Por fim, indicamos seu vínculo com a dimensão cognitiva, importante no contexto da estética kantiana.</p> 2019-01-29T10:59:33-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8687 Universalidade subjetiva 2019-05-23T08:43:50-03:00 Bernardo Barros Oliveira labeditorial@marilia.unesp.br <p>O problema da reivindicação de validade universal por parte de quem emite um juízo do tipo “isto é belo” levou a investigação crítico transcendental para o terreno do tradicional tema da beleza. Aqui se tenta resumir o modo como este problema é trazido para a esfera da investigação transcendental, a saber, em dois movimentos: o primeiro, que chamamos de negativo, visa demonstrar a ausência de interesses ou dependência para com o objeto, chegando com isso à definição de um modo de julgar cujo fundamento é o prazer, sendo este, porém, desinteressado.O segundo passo da terceira crítica consistiu em demonstrar a origem deste prazer desinteressado na psicologia transcendental, na relação entre as faculdades de conhecimento, especialmente as do entendimento e imaginação.</p> 2019-01-29T00:00:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8688 Gênio 2019-05-23T08:43:50-03:00 Luiz Camillo Osorio labeditorial@marilia.unesp.br <p>Apresentação da noção kantiana do gênio, assumindo-a como ato inaugural da concepção romântica e moderna de criação artística. Ao longo da modernidade, na contramão do sentido dado por Kant ao gesto criador, a ideia de gênio foi se transformando em mera inspiração subjetiva. O intuito deste verbete é de procurar recuperar o sentido kantiano de criação na arte de modo a torna-lo mais pertinente para o debate estético contemporâneo.</p> 2019-01-29T11:10:34-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8689 Estilo 2019-05-23T08:43:50-03:00 Sílvia Faustino de Assis Saes labeditorial@marilia.unesp.br <p>O verbete visa a elucidar os distintos modos pelos quais Kant apresenta o conceito de estilo. Concebido como modo de expressão dos pensamentos associado à linguagem, à eloquência e às condições subjetivas da comunicação, o conceito de estilo também aparecerá vinculado aos temas do gênio artístico e à simplicidade no sentimento do sublime. </p> 2019-01-29T11:14:51-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8690 Exaltação 2019-05-23T08:43:50-03:00 Vladimir Vieira labeditorial@marilia.unesp.br <p>Este artigo tem por objetivo apresentar diferentes formulações do conceito de exaltação [Schwärmerei] ao longo da obra kantiana. O trabalho discute, inicialmente, as origens religiosas do uso figurado desse termo, que remontam a Lutero e que influenciaram o modo como ele é empregado nos textos pré-críticos de Kant. Em seguida, o texto percorre seus diferentes desdobramentos a partir do desenvolvimento da filosofia crítica, em particular no que diz respeito ao modo como ele se relaciona com os problemas do conhecimento, da moral e com a ideia de sublime.</p> 2019-01-29T11:17:41-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8691 Predispositions to the Good (Anlagen zum Gute) 2019-05-23T08:43:50-03:00 Pablo Muchnik labeditorial@marilia.unesp.br <p>In Part I of Religion within the boundaries of Mere Reason, Kant distinguishes three predispositions to the good: animality, humanity, and personality (R 6:26). Unlike the propensities to evil, which are “contingent for humanity in general” (R 6:29), the predispositions to good are “original (ursprunglich), for they belong to the possibility of human nature” (R 6:28). Animality and humanity express two different variants of self-love (“mechanical” and “comparing”), whose mode of operation can be traced back to Rousseau’s distinction between “amour de soi” and “amour propre.” Seen this way, the predispositions to the good are not merely determinants of our anthropological structure, but have also a diachronic implication. Animality designates the characteristic moral outlook of agents in the state of nature, while humanity expresses the moral orientation of civilized individuals (their unsociable sociability). Upon these tendencies, Kant believes, all sorts of vices can be grafted. The predisposition to personality, however, stands as a category all of its own: it is irreducible to self-love and immune to any moral corruption (a feature of great importance for the prospects of moral regeneration). Kant conceives of personality as the end towards which all the other predispositions to the good contribute as necessary conditions. The attainment of this end requires a qualitative shift in the moral orientation of the human species, a transformation without which it would impossible for the species to comply with the collective duty of realizing the highest good. </p> 2019-01-29T11:22:41-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8692 Radical Evil (radikal Böse) 2019-05-23T08:43:50-03:00 Pablo Muchnik labeditorial@marilia.unesp.br <p>By “evil,” Kant does not designate any set of particularly pernicious acts, but the type of volition that underlies and makes possible immorality in all its forms. The evil person, Kant believes, “makes the incentives of self-love and their inclinations the condition of compliance with the moral law –whereas it is the latter that, as the supreme condition of the satisfaction of the former, should have been incorporated into the universal maxim of the power of choice as the sole incentive” (R 6:36). This inversion of the ethical order of priority does not entail the repudiation of “the moral law (…) in rebellious attitude (by revoking obedience to it)” (R 6:36), but its conditional respect. This fraudulent relation to morality is based on complex strategies of deception, self-deception, and rationalization. The “radical “nature of these tendencies has nothing to do with the intensity or magnitude of observable wrongdoing. Evil’s radicalism is a spatial metaphor intended to designate the locus of immorality (its “root”) in an agent’s “disposition (Gesinnung). What is most baffling the Kantian view is that evil so construed is perfectly compatible with good conduct. Indeed, under the conditions of civilization, Kant believes, it is impossible to distinguish a man of good conduct from a morally good man (RGV 6:30), for the dictates of self-love generally overlap with the prescriptions of duty. The persistence of war, poverty, oppression, and the infinity of vices which cast a dark shadow over the contemporary world speak of the prescience of the Kantian approach.</p> 2019-01-29T11:26:29-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8693 La doctrina de la definición a principios de la década de 1760 2019-05-23T08:43:51-03:00 Luciana Martínez labeditorial@marilia.unesp.br <p>En este artículo se estudia la doctrina kantiana de las definiciones en la primera mitad de la década de 1760. Esta doctrina tiene una función importante en la argumentación del Preisschrift, con la que Kant exhibe las razones por las que el método matemático no es provechoso para la investigación metafísica. En primer lugar, se analiza el texto del Preisschrift. Luego se examinan otros textos publicados por Kant en esos años. Por último, se estudian los apuntes de clase elaborados por Herder a partir de los cursos de Kant.</p> 2019-01-29T11:30:42-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8694 A discussão sobre a possibilidade de uma força fundamental em Kant – Algumas considerações 2019-05-23T08:43:51-03:00 Leandro José Rocha labeditorial@marilia.unesp.br <p>Este artigo problematiza o uso feito por Kant da noção de força e de alguns termos à ela relacionadas (como, por exemplo, força fundamental, força formadora, força vital) bem como o uso do termo em questão em relação a alguns outros, como faculdade e capacidade. Essa discussão inicia-se com um problema de compreensão do sentido do termo força, em uma abordagem relacionada à vida derivada, amplia-se para uma fusão de campos semânticos que mantém como pano de fundo a questão da possibilidade de uma força fundamental, e encerra-se considerando a impossibilidade de qualificar qual seria essa força fundamental que a razão nos impele a considerar enquanto hipótese.</p> 2019-01-29T11:34:00-02:00 ##submission.copyrightStatement## http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/ek/article/view/8695 Normas editoriais / Editorial Guidelines 2019-05-23T08:43:51-03:00 Ubirajara Rancan de Azevedo Marques labeditorial@marilia.unesp.br 2019-01-29T11:38:03-02:00 ##submission.copyrightStatement##