DESEJO METAFÍSICO, DESEJO DO INFINITO E ROSTO NA ÉTICA DE EMMANUEL LÉVINAS
Resumo
O presente artigo trata dos conceitos de desejo metafísico, desejo do infinito e rosto na ética de Emmanuel Lévinas. A assimetria do desejo e a abertura à exterioridade desloca a reflexão ética do eixo da tradição filosófica moderna ocidental produzindo uma ruptura com a quadratura egológica do cárcere ontológico do mundo moderno. Este deslocamento e esta abertura permitem o acesso ao rosto que se revela e se contrai no mistério do desejo metafísico e do desejo do infinito. No mistério do rosto, na abertura à exterioridade e na assimetria do desejo se abre a possibilidade da bondade como justa medida da relação entre uns e outros.
Palavras-chave
Desejo metafísico. Desejo do infinito. Rosto. Emmanuel Lévinas.
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