Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis <p>A&nbsp;<strong>Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia</strong>&nbsp; é uma revista eletrônica acadêmica na área de Filosofia que tem por missão&nbsp;publicar e divulgar pesquisas de pós-graduandos e pós-graduados a partir de um criterioso processo de avaliação. Surgiu em 2009 da iniciativa conjunta dos pós-graduandos em Filosofia do Programa de Pós-Graduação em Filosofia da Universidade Estadual Paulista (Unesp), Campus de Marília-SP.&nbsp;</p> Faculdade de Filosofia e Ciências pt-BR Kínesis - Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia 1984-8900 Editorial http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9644 <p>A Kínesis – Revista de Estudos dos Pós-Graduandos em Filosofia torna público o Volume 11 Número 30. A presente edição conta com 11 artigos, 1 entrevista e 2 traduções.&nbsp;Agradecemos a todos os autores que escolheram a Kínesis para publicarem suas pesquisas. Foram publicadas pesquisas de alguns dos principais centros de Pós-Graduação em Filosofia do Brasil, em nível de mestrado e doutorado.&nbsp;A Kínesis mantém, assim, seu compromisso de difusão de pesquisas de pósgraduandos em Filosofia fortificando e ampliando o diálogo e meios de intercâmbio entre pós-graduandos.</p> Rafael dos Reis Ferreira João Antonio de Moraes Pedro Bravo de Souza Nathália Cristina Alves Pantaleão Yago Antonio de Oliveira Morais Júlio César Rodrigues da Costa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 “ENGENHARIA, FILOSOFIA E TECNOLOGIA”: UMA ENTREVISTA COM CRISTIANO CORDEIRO CRUZ http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9639 <p>A Revista Kínesis tem a satisfação de publicar a entrevista a seguir com o Prof. Dr. Cristiano Cordeiro Cruz. Graduado em Engenharia Elétrica pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), também nela finalizou seu mestrado nessa mesma área em 2002. Já em 2008, Cristiano concluiu sua graduação em Filosofia pela Faculdade Jesuíta de Filosofia e Teologia (FAJE). Na Universidade de São Paulo (USP), realizou, sob a orientação do Prof. Dr. Pablo Rubén Mariconda, seu doutorado em Filosofia, tendo feito doutorado-sanduíche na Simon Fraser University com o célebre filósofo da tecnologia Andrew Feenberg. Após um pós-doutorado ainda na USP, Cristiano está realizando, atualmente, seu segundo estágio pós-doutoral no Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA).</p> Pedro Bravo de Souza ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 i xx O CONCEITO DE FORÇA VITAL NA MODERNIDADE: A CONSTITUIÇÃO DE UM SABER SOBRE O VIVENTE http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9618 <p>A modernidade foi um período em que se organizou um saber sobre o vivente em meio aos ideais do Iluminismo. Constituindo esse saber encontramos noções cuja história reflete tensionamentos entre concepções de ciência, humano e vida. Estas consolidaram modelos distintos para se pensar a construção de um sujeito entre valores éticos, sociais e morais. Uma dessas noções foi a ideia de força vital. Sua formulação moderna consiste no solo teórico no qual muitas ideias da filosofia, da biologia e da medicina estão enraizadas. Ao que corresponde essa ideia? Como é apropriada pelos pensadores da modernidade? Hoje a vida, as ciências da vida são igualmente um campo privilegiado de investimentos de toda ordem: tecnológica, científica, política, mercadológica e estética, dentre outras. Essa discussão teórica, explorada em profundidade, nos remeterá a ideias e pressupostos fundamentais, envolvendo as próprias visões contemporâneas sobre vida.</p> Leonel Tractenberg Cristiane Daniel ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 1 19 ANLEHNUNG: O RUDIMENTO DO FEMININO EM FREUD http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9619 <p>Das tópicas pulsionais, interrogaremos o rudimento do feminino em Freud. Acentuaremos que o austríaco foi capaz de reconhecer seus descaminhos e propor uma via interpretativa que, não-toda, aponta à sexualidade não-fálica – feminina. Balizados pelas problematizações dos Três Ensaios Sobre a Teoria da Sexualidade (1905), da Introdução ao Narcisismo (1914) e pelos empreendimentos entorno do apoio vital da sexualidade, indagaremos um horizonte capaz de restituir a ambivalência psicanalítica. Com as predileções anaclíticas, entenderemos que Freud amplia a sexualidade para pensar o feminino como via de<br>contato com o anobjetal – a indeterminabilidade passiva de nossos atos. Inicialmente, veremos como, na primeira tópica, o autor passa por alto a descrição do feminino ao circunscrever a unificação das pulsões sob a primazia de representantes fálicos. Disto, advogaremos que, alicerçado pelo conceito de Anlehnung (apoio/anáclise), Freud revê seus pressupostos e enxerga no feminino um horizonte tácito aos investimentos substitutivos. Vital, este rudimento indicarnos-<br>á um mais-além de gozo que escapa a quaisquer cristalizações do saber.</p> Diego Luiz Wamling ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 20 37 IMAGINAÇÃO EM SARTRE E BACHELARD http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9620 <p>Este artigo contrasta as abordagens fenomenológicas de imaginação em Jean-Paul Sartre e em Gaston Bachelard para problematizar a longa tradição filosófica ocidental de desqualificação da imagem, a qual exclui do campo do conhecimento a dimensão do sensível. Ambos os filósofos contribuíram para negar a psicologização da imagem ao retirá-la da sujeição da percepção e da memória, porém, o realizaram com consequências opostas na relação entre a imaginação e o conhecimento. Se Sartre relaciona a imaginação a um ato de nadificação do conteúdo da percepção e descreve a intencionalidade da consciência imaginante a partir da referência do objeto sobre o fundo de sua ausência, Bachelard a descreve como dinamismo organizador da percepção ao afirmar a autonomia realizadora da imaginação como evento de linguagem. O que emerge, no contraste entre ambas as fenomenologias da imaginação, é a interrogação pela concepção de linguagem como representação dos aspectos observáveis e conhecidos do mundo, dada pelo privilégio da visão nas teorias do conhecimento.</p> Sandra Regina Simonis Richter Felipe Augusto Kopp ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 38 61 O ASCETISMO NA FILOSOFIA DE NIETZSCHE http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9630 <p>O ascetismo é um dos temas que Nietzsche se ocupou em seu filosofar. Na medida em que desenvolvia sua filosofia, o ascetismo foi adquirindo uma importância medular que desencadeou no tema central da III dissertação da obra Genealogia da Moral em que o filósofo se dedica em responder o que significam ideais ascéticos. No parágrafo 11, Nietzsche aponta ao avistar o sacerdote ascético que chegou ao caso realmente sério e passa a tratar esse ideal como autocontraditório, contraditório e antinatural. Neste texto, buscarei apresentar uma interpretação do ascetismo na filosofia de Nietzsche que possa clarear de que maneira o ideal do sacerdote ascético seria autocontraditório, contraditório e antinatural. Fazendo isso, também poderei indicar como o ascetismo se comporta no projeto crítico e no projeto construtivo nietzschiano, desfazendo uma aparente contradição entre suas críticas e estímulos ao ascetismo.</p> Nicolle Eloisa Lemos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 76 93 CONSIDERAÇÕES DE BROUWER SOBRE ESPAÇO E INFINITUDE: O IDEALISMO DE BROUWER DIANTE DO PROBLEMA APRESENTADO POR DUMMETT QUANTO À POSSIBILIDADE TEÓRICA DE UMA INFINITUDE ESPACIAL http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9631 <p>Neste artigo, será discutida a noção de “infinitude cardinal” – a qual seria predicada de um “conjunto” – e a noção de “infinitude ordinal” – a qual seria predicada de um “processo”. A partir dessa distinção conceitual, será abordado o principal problema desse artigo, i.e., o problema da possibilidade teórica de uma infinitude de estrelas tratado por Dummett em sua obra Elements of Intuitionism. O filósofo inglês sugere que, mesmo diante dessa possibilidade teórica, deveria ser possível predicar apenas infinitude ordinal. A questão principal surge do fato de que parece ser problemático predicar ordinalmente infinitude de “estrelas”. Mesmo diante dessa possibilidade, Dummett sugere que o intuicionista poderia apenas reinterpretar infinitude cardinal como sendo infinitude ordinal. Ora, iremos mostrar que, se Dummett não fornece razões extras que sustentem essa posição, então será difícil interpretar um caso empírico infinitário como sendo também um caso ordinal ou potencial de infinitude. Para resolver esse problema de Dummett, em Brouwer se encontram alguns pressupostos idealistas necessários para argumentar em favor da ideia de que, mesmo em um contexto empírico, como o de uma infinitude de estrelas, poderíamos predicar infinitude ordinal. Então, depois de discutir as duas noções de “infinitude” e apresentar o problema de Dummett, será apresentada a abordagem idealista de Brouwer – a qual pelo menos explicaria de modo mais plausível as razões que poderiam motivar um intuicionista a predicar infinitude ordinal até mesmo de um caso empírico e espacial.</p> Paulo Júnio de Oliveira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 94 108 O ESPÍRITO DE CONTRADIÇÃO DESORGANIZADO: IRONIA, RELIGIÃO E DIALÉTICA NA RELAÇÃO ENTRE HEGEL E O ROMANTISMO http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9632 <p>Este trabalho intenta analisar a relação de Hegel com a ironia romântica através de sua consideração da ironia subjetiva de Schlegel e da ironia "objetiva", divina, de Solger a fim de compreender em que sentido o pensar especulativo supera o espírito de contradição desordenado da ironia romântica que bloqueia o desenvolvimento dialético. Abordaremos primeiro os momentos centrais em que Hegel trata da ironia em sua obra em ordem cronológica, no âmbito ético e estético, nos quais destaca-se a consideração da subjetividade moderna desatrelada dos conteúdos substanciais do espírito, cujo maior representante aos seus olhos é Friedrich Schlegel. Por fim, concentraremo-nos na análise hegeliana do pensamento de Solger apresentada na Resenha dos Escritos Póstumos e Correspondência de Solger, já que sua compreensão da ironia é muito próxima da dialética hegeliana, ocupando, assim, um lugar limítrofe entre romantismo e filosofia especulativa. Solger teria superado a unilateralidade da subjetividade romântica que se contrapunha à efetividade (Wirklichkeit). Porém, apesar de aceder à necessidade da unidade dialética dos opostos na apreensão do absoluto, Solger ainda concede primazia à experiência do divino como algo contraposto às mediações conceituais, deste modo, mantendo-se na perspectiva do entendimento que pressupõe o absoluto como um em-si inapreensível pelo pensamento e que apenas pode se manifestar na forma da experiência imediata.</p> Régis de Melo Alves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 109 125 CORRELACIONISMO E SUBJETALISMO DE MEILLASSOUX COMO CHAVE DE LEITURA DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA FRANCESA http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9633 <p>A história da filosofia é marcada por eventos singulares que servem de base interpretativa para compreensão do pensamento de um grupo ou de uma época. Neste sentido, esse estudo trata de modos de classificação e tipologia da filosofia contemporânea, em particular da filosofia contemporânea francesa. Partindo das caracterizações já tomadas como canônicas, em especial a de giro linguístico (linguistic turn), apresentada por Michael Dummett em Origins of analytical philosophy, e a de giro teológico (theological turn), apresentada por Dominique Janicaud em Phenomenology and the "theological turn": the French debate, pretende-se interrogar em que medida os conceitos de correlacionismo (corrélationisme) e subjetalismo (subjectalisme), apresentados por Quentin Meillassoux em Après La Finitude: Essai sur la Nécessité de la Contingence e em Interação, reiteração, repetição - Uma análise especulativa do signo desprovido de sentido, podem superar as lacunas daquelas. Com isso, almeja-se uma complementação do esboço feito por Alain Badiou sobre a história da filosofia contemporânea francesa em A aventura da filosofia francesa no século XX.</p> Thiago Luiz de Sousa ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 126 138 ENTREOLHAR: O ENIGMA DA VISIBILIDADE EM MERLEAU-PONTY http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9634 <p>O presente artigo pretende abordar o enigma da visibilidade a partir da leitura do texto O Olho e o Espírito, de Merleau-Ponty. Queremos mostrar que o olhar, para o filósofo, está muito além de uma relação mecânica de captação de imagens, sendo lugar de entrecruzamentos entre o sujeito e o mundo, entre a consciência e a natureza, entre o dentro e o fora. A pintura, como celebração da visibilidade, aparece aqui dotada de um alcance ontológico, capaz de<br>subverter a linearidade das relações entre subjetividade e objetividade no entreolhar fecundo do corpo e do mundo que nela se revela.</p> Tiago Nunes Soares ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 139 153 O RISCO DAS FACÇÕES NA REPÚBLICA SEGUNDO ROUSSEAU http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9635 <p>O tema das associações parciais ou facções encontra-se diretamente ligado à noção de vontade geral e se constitui em um importante objeto de análise no pensamento político de Rousseau. Sob a pena do filósofo genebrino, as facções são compreendidas de maneira negativa e reconhecidas como uma das causas da corrupção política na república. Buscando analisar porque Rousseau considera às facções nocivas e que tais associações parciais podem contribuir para o surgimento da corrupção política na república, o presente artigo se desdobrará em quatro partes: na primeira, analisar-se-ão as razões pelas quais as facções se configuram em uma ameaça direta à prevalência da vontade geral; na segunda, perscrutar-se-á se as facções podem destruir de forma definitiva a vontade geral; na terceira, examinar-se-á algumas interpretações e principais polêmicas que gravitam em torno do problema das facções, e, por fim, discutir-se-á, visando estabelecer uma reflexão conclusiva, o porquê de as facções poderem engendrar a corrupção política.</p> Vital Francisco Celestino Alves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 154 168 DESCARTES PODERIA TER ESCRITO O PREFÁCIO AOS NOVOS ENSAIOS DE LEIBNIZ? http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9636 <p>O objetivo desse artigo é mostrar em que medida a estratégia argumentativa de Leibniz no prefácio aos Novos ensaios sobre o entendimento para refutar a crítica de Locke às ideias inatas foi influenciada pelo inatismo cartesiano apresentado em suas Notae in programma quoddam. Porém, antes de abordar diretamente as doutrinas de Leibniz e Descartes acerca das ideias inatas, discutiremos brevemente e compararemos os argumetnos anti-inatismo apresentados por seus adversários, Regius e Locke, para demonstrar quão semelhante é o empirismo defendido por eles. Na sequência, ao analisar a resposta de Descartes ao empirismo de seu ex-discípulo Henricus Regius, faremos explícitas as principais característas do inatismo cartesiano, tal como ele é apresentado no texto sob análise. Isto nos permitirá constatar que Descartes já tinha esposado praticamente os mesmos argumentos e teses que Leibniz empregou para defender as ideias inatas contra Locke.</p> William Teixeira ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 169 182 SOFRIMENTO COMO CONSEQUÊNCIA PRIMÁRIA DO VIVER: APONTAMENTOS SOBRE O PESSIMISMO DE SCHOPENHAUER A PARTIR DE MASLOW http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9629 <p>Este artigo apresenta aportes introdutórios de uma discussão em desenvolvimento sobre a tese pessimista de Schopenhauer segundo a qual a vida humana é essencialmente sofrimento e dor. A essa tese são contrapostos os argumentos otimistas de Maslow, para quem a vida carrega, também em sua essência, um potencial de realização e gozo genuínos, que não são, portanto, meramente subprodutos esporádicos do silenciamento daquela substancialidade trágica. A ênfase da divergência que procuro realçar entre as teses dos autores reside sobretudo no modo como conceitos como querer, desejo e carência são interpretados, de modo que o presente debate toma esses conceitos como fios condutores.</p> Jonas Muriel Backendorf ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 62 75 A CAPACIDADE DOS JUDEUS E CRISTÃOS ATUAIS TORNAREM-SE LIVRES http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9637 <p>Tradução de <em>Die Fähigkeit der heutigen Juden und Christen, frei zu sein</em> de Bruno Bauer.&nbsp;In: Georg Herwegh (hg.): Einundzwanzig Bogen aus der Schweiz, Zürich; Winterthur 1843: 56-71.</p> Bruno Bauer ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 183 199 TRADUÇÃO DOS FRAGMENTOS SOBRE A FÍSICA EPICUREA TRANSMITIDOS POR DIÓGENES DE ENOANDA http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/kinesis/article/view/9638 <p>O presente trabalho consiste em uma tradução dos ensinamentos de Epicuro acerca da Física (physiologia) transmitidos por Diógenes de Enoanda. A fonte bibliográfica da qual nos servimos em nossa tradução é a recente obra El sabio camino hacia la felicidad: Diógenes de Enoanda y el gran mural epicúreo, de Carlos García Gual.</p> Rogério Lopes dos Santos ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/4.0 2019-12-31 2019-12-31 11 30 200 214