O acesso para cadeirantes em academias de ginástica: um estudo realizado na Zona Oeste do Rio de Janeiro

  • Ecila Gomes Ferreira Faculdade Gama e Souza - FGS
  • William José de Souza Faculdade Gama e Souza
  • Carlos Antonio Pereira da Silva Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO
  • Cristina Novikoff Universidade Federal de Campina Grande - UFCG
  • Victor Hugo Rodrigues do Rosário Faculdade Gama e Souza - FGS
  • Paulo Sérgio Pimentel de Oliveira Faculdade Gama e Souza
  • Felipe da Silva Triani Faculdade Gama e Souza - FGS
Palavras-chave: Inclusão Social. Acessibilidade. Educação Física. Academia.

Resumo

O objetivo foi identificar o grau de acessibilidade em academias de ginástica, localizadas na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro. Para tanto, 15 academias foram observadas. Com os dados coletados estandardizados foi possível perceber que o grau satisfatório de acessibilidade não foi encontrado em nenhuma academia, pois somente 4 academias têm banheiros adaptados, 3 com rota acessível, 2 com rampas de acesso e 1 com elevador com painel em braile. A pesquisa aponta a necessidade de se repensar o ambiente arquitetônico das academias de ginástica na região da Zona Oeste do Rio de Janeiro para garantir a acessibilidade de todos.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Carlos Antonio Pereira da Silva, Universidade do Grande Rio - UNIGRANRIO
Mestre em Humanidades, Culturas e Artes - UNIGRANRIO
Cristina Novikoff, Universidade Federal de Campina Grande - UFCG
Pós-Doutora em Educação - FEBEF/UERJ
Victor Hugo Rodrigues do Rosário, Faculdade Gama e Souza - FGS
Doutorando em Educação - UNESA
Paulo Sérgio Pimentel de Oliveira, Faculdade Gama e Souza
Mestre em Ciência da Motricidade Humana - UCB
Felipe da Silva Triani, Faculdade Gama e Souza - FGS
Mestre em Humanidades, Culturas e Artes - UNIGRANRIO
Publicado
2018-07-08