REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/sobama <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">A Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada é uma publicação semestral que foi criada para atender às necessidades de divulgação e discussão da produção científica e de assuntos da área de Atividade Motora Adaptada. É órgão oficial da&nbsp;Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">A Revista aceita a submissão de manuscritos originais de profissionais e pesquisadores de diferentes áreas como Educação Física e Esportes, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Fonoaudiologia, Educação Especial, Psicologia e outras, cujos manuscritos tenham perfis direcionados à área de Atividade Motora Adaptada ou pertinente aos interesses dos leitores da revista da Sobama.</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;">&nbsp;</p> <p style="margin: 0cm; margin-bottom: .0001pt;"><strong>Revista da Associação Brasileira de Atividade Motora Adaptada</strong><br>e-ISSN 2674-8681<br><em>Continuação de</em>:&nbsp;<strong>Revista da Sociedade Brasileira de Atividade Motora Adaptada</strong> -&nbsp;e-ISSN 2359-2974 | ISSN 1413-9006</p> UNESP pt-BR REVISTA DA ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE ATIVIDADE MOTORA ADAPTADA 2674-8681 PERFIL MOTOR DE CRIANÇAS COM O TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA APÓS OITO SEMANAS DE ESTIMULAÇÃO PSICOMOTORA http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/sobama/article/view/9752 <p>Cerca de 70 milhões de pessoas possuem o transtorno do espectro autista (TEA) no mundo. Crianças com esse transtorno têm um o objetivo do presente estudo foi avaliar o perfil motor de crianças com TEA no momento pré e pós oito semanas de intervenção psicomotora no município de Ubá, Minas Gerais. Para isso, foi desenvolvida uma pesquisa de campo, tendo como instrumento de coleta de dados a Escala do Desenvolvimento Motor (EDM). Participaram desse estudo, quatro crianças com diagnóstico de TEA, com idade entre seis e nove anos, sendo elas avaliadas em dois momentos antes e após o programa de oito semanas de estimulação psicomotora. Os resultados indicaram que embora tenha ocorrido um aumento nos valores do quociente motor geral de dois participantes, esses não foram suficientes para alterar a classificação do perfil motor após oito semanas de intervenções.</p> <p>Recebido em: 02/02/2020</p> <p>Reformulado em: 07/02/2020</p> <p>Aceito em: 10/02/2020</p> <p>&nbsp;</p> Julia Muniz Dias Sulamita Melo Delazari Eveline Torres Pereira Elizângela Diniz ##submission.copyrightStatement## 2020-02-10 2020-02-10 21 1 ALUNOS COM TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA NA ESCOLA REGULAR: RELATOS DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO FÍSICA http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/sobama/article/view/9696 <p>O objetivo deste estudo é apresentar a percepção de docentes de Educação Física de Porto Alegre e Região Metropolitana, no Rio Grande do Sul, acerca da inclusão de alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) na escola regular. Nesse contexto, foram realizadas entrevistas semiestruturadas com oito professores de Educação Física que possuem alunos com TEA. A interpretação das informações ocorreu por meio da análise temática de conteúdo. A partir dos relatos dos professores, identificaram-se aspectos da participação dos alunos com TEA nas aulas de Educação Física escolar: tendência em seguir rotinas, incluindo atividades, materiais e pessoas; melhor engajamento em atividades exploratórias e de manipulação de objetos no Ensino Infantil; maior participação em atividades com etapas previamente definidas no Ensino Fundamental. As estratégias docentes incluem atentar para as particularidades das crianças com TEA, traçando-se objetivos e métodos condizentes com as necessidades e potencialidades individuais. Atividades e objetos próprios da rotina de cada aluno foram citadas como forma de se estabelecer o engajamento inicial nas aulas, seguidas pelo uso de distintas estratégias, a fim de se promover a inclusão nas aulas em igualdade aos pares sem deficiência. A mediação por pares foi mencionada, suscitando benefícios à turma de alunos. Ademais, o trabalho interdisciplinar foi referido como indispensável à efetiva Educação Inclusiva. Conclui-se que as características apresentadas pelos alunos com TEA nas aulas de Educação Física, levam os professores a buscarem estratégias que lhes permitam favorecer o ensino e a aprendizagem destes, sendo as habilidades sociais amplamente evidenciadas nesse processo.</p> Juliana Maia Giandra Anceski Bataglion Janice Zarpellon Mazo ##submission.copyrightStatement## 2020-03-19 2020-03-19 21 1