TRANS/FORM/AÇÃO: Revista de Filosofia http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao <p>A <em>Trans/Form/Ação: Revista de Filosofia</em>&nbsp;tem por missão publicar, por meio impresso e eletrônico, textos de excelência em filosofia ou de relevância filosófica, socializando&nbsp; e ampliando o conhecimento, buscando promover o debate e a interlocução de ideias. O conteúdo dos textos é exposto em forma de artigos, resenhas, traduções, além de entrevistas aplicadas a profissionais cujos papéis concernem à relevância da produção e dedicação à área filosófica. Todas as formas de publicação obedecem à variedade temática, metodológica e de época, mantendo-se, com isso, o respeito às diversas tendências do conhecimento filosófico, assim como às diversas orientações de pensamento.</p> pt-BR transformacao.marilia@unesp.br (Marcos Antonio Alves) guilherme.ga.fernandes@unesp.br (Guilherme Gregório Arraes Fernandes) Tue, 30 Jun 2020 00:00:00 -0300 OJS 3.1.1.2 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Transformação v. 43, n. 2, 2020 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10465 Equipe Editorial ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10465 Tue, 30 Jun 2020 06:53:37 -0300 Apresentação http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10466 <p>Com muito prazer, apresentamos este novo fascículo da Trans/Form/Ação: revista de Filosofia da Unesp, o número 2 do volume 43, publicado no segundo trimestre de 2020. Este número contém doze artigos, dispostos em ordem alfabética dos autores, além de uma tradução. Dos artigos, oito estão em língua portuguesa, de autores de diversos locais e instituições do Brasil, um em língua inglesa e três em língua espanhola. O conteúdo dos artigos perpassa áreas da filosofia, como política, ética, estética, epistemologia, filosofia da educação. São retratados autores dos diferentes períodos da história da filosofia, tais como Aristóteles, Rousseau, Maquiavel, Kant, Hegel, Honneth, Habermas, Walter Benjamin.</p> Marcos Antonio Alves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10466 Tue, 30 Jun 2020 07:23:39 -0300 El papel de la filosofía de la educación en la formación inicial docente: tensiones entre el discurso y la Praxis http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7575 <p>En este artículo se examina el papel de la enseñanza de la filosofía de la educación en la formación inicial docente, tomando como punto de partida la tensión que es posible notar entre, por un lado, el discurso de la mayoría de las facultades encargadas de preparar profesores, que rescatan la necesidad de formar docentes críticos y reflexivos, y, por otro lado, la praxis de la formación docente que parece tener un acento marcadamente técnico. Ante este escenario, se argumenta para mostrar (1) que la filosofía de la educación sí resulta atingente en el contexto de la formación inicial docente, (2) que lejos de desempeñar una función meramente complementaria en dicha formación, ésta debe cumplir un papel fundamental y, por tanto, articulador de los diversos saberes y competencias propios de un profesor, y (3) que de nada sirve defender el valor fundamental de la filosofía de la educación, si éste no es comprendido como tal por los futuros profesores, por lo que resulta vital pensar cuidadosamente los contenidos, metodologías y momentos adecuados para impartir esta materia.</p> <p>Recebido: 26/01/2018<br>Aceito: 15/10/2018</p> Andrés Santa-María, Claudio Tapia Figueroa, Lorena Zuchel ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7575 Wed, 26 Jun 2019 00:00:00 -0300 Imagens disruptivas: elementos surrealistas na concepção de história de Walter Benjamin http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7396 <p>No Manifesto surrealista, de 1924, Breton explicita o produto da atividade surrealista como uma “luz de imagem”, gerado pela aproximação involuntária de duas realidades distantes. Essa estrutura dupla da imagem surrealista tem um caráter disruptivo, que rompe com a nossa percepção da realidade cotidiana. Com isso, abre-se a possibilidade de um espaço para a crítica social e histórica, bem como para uma intervenção estético-política justamente em uma sociedade na qual as formas tradicionais de crítica parecem estar neutralizadas. Essa experiência surrealista e esse espaço aberto por ela Walter Benjamin caracteriza respectivamente com a fórmula “iluminação profana” e “espaço de imagem” (Bildraum). Ambos apresentam uma grande semelhança com alguns pontos e consequências, em seus conceitos, tanto de “imagem do pensamento”, como de “imagem dialética”, sobretudo na medida em que esses conceitos também são formulados em meio à crise cultural da sociedade europeia, nos 1920, e buscam uma saída revolucionária para a mesma. Trata-se de investigar aqui, por meio de uma análise comparativa dessas concepções de imagem, até onde vai a influência e a relevância do surrealismo para o pensamento figurativo-dialético de Benjamin e para sua compreensão da história.</p> <p>Recebido: 27/10/2017<br>Aceito: 30/6/2019</p> Francisco De Ambrosis Pinheiro Machado ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7396 Tue, 30 Jun 2020 00:00:00 -0300 Comentário - Walter Benjamin, surrealismo e Zen http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10467 <p>Como Francisco Pinheiro Machado enfatiza, em seu artigo, o movimento surrealista se colocou num ataque frontal contra a lógica cartesiana, a moralidade burguesa e o racionalismo. Para isso, adotou determinados procedimentos, a fim de conseguir desvencilhar-se das formas de pensamento da cultura ocidental. Os ensinamentos de Freud, assim como as teorias de Einstein, ajudaram o movimento a esquivar-se das ideias de causalidade e de onipotência da consciência. Assim, os surrealistas colocaram em seu lugar, conforme consta no Manifesto de Breton, os sonhos, a loucura, a imaginação e a intuição, como caminhos para acessar os aspectos mais recônditos e sombrios da mente humana.</p> Sônia Campaner Miguel Ferrari ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10467 Tue, 30 Jun 2020 07:48:50 -0300 A antropologia pragmática como uma doutrina da prudência nas versões dos cursos de antropologia de Kant http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7714 <p>O objetivo deste artigo é evidenciar que a ideia de antropologia pragmática desenvolvida nas versões dos cursos de antropologia, que são Collegentwürfe, Menschenkunde e Anthropologie Dohna-Wundlackende, se ocupa de uma definição moral, porque ela está subordinada à doutrina da prudência. Essa é compreendida como a capacidade de os seres humanos influenciarem uns aos outros, segundo certos fins, os quais deverão ser úteis na vida em sociedade. Além disso, delimita-se que o sentido do adjetivo “pragmático”, presente nessas versões dos cursos de antropologia, foi retirado da obra Initia Philosophiae practicae prima, de Baumgarten, pois, nas anotações de Kant acerca dessa obra, os motivos pragmáticos sempre determinarão leis privadas do arbítrio, as quais poderão, a priori, representar um interesse moral e, a posteriori, a realização de um fim almejado pelo ser racional finito. Por essa razão, defende-se haver nas obras kantianas citadas uma sinonímia entre a noção de antropologia pragmática e de doutrina da prudência.</p> <p>Recebido: 14/3/2018<br>Aceito: 23/10/2019</p> Jorge Vanderlei Costa da Conceição ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7714 Tue, 30 Jun 2020 07:50:50 -0300 Globalização econômica, desmonte do estado social e déficit político transnacional: uma análise crítica a partir de Jürgen Habermas http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7961 <p>O artigo trata da análise crítica de Jürgen Habermas a respeito das consequências do modelo neoliberal de integração global via mercado, em especial o desequilíbrio entre política e mercado, o fim do compromisso com o Estado social e o déficit democrático no nível transnacional. Para o filósofo alemão, a concepção neoliberal de sociedade desestatizada do capitalismo global atinge o nexo entre Estado nacional, democracia e justiça social, marginalizando o Estado e a política, em favor da privatização dos serviços públicos e sendo insensível às questões de justiça social, aos custos sociais do crescente aumento da pobreza, desigualdade e exclusão social, mesmo em países abastados da Europa e América do Norte. Ao deslocar o fiador da integração social para além das fronteiras nacionais, o capitalismo global foge ao controle estatal e esvazia o poder dos Estados nacionais, em termos de substância democrática e de política social, e gera um déficit de legitimação, ao transferir competências nacionais para agências ou organismos transnacionais, cuja legitimação não deriva da sociedade civil ou de uma esfera pública politicamente constituída. Em contrapartida, Habermas defende um poder democrático capaz de domesticar politicamente o mercado globalizado, reconstruir a democracia estatal-social num nível transnacional, em vista de uma ordem socialmente mais equilibrada, e compensar o déficit social e de legitimação democrática, no âmbito transnacional. Depois de recapitular alguns problemas que se solucionaram nas formas de Estado nacional, o artigo descreve como a globalização econômica afeta a soberania cultural, econômica, administrativa e jurídica, política, social e trabalhista dos Estados nacionais (1), e quais as possibilidades de reenquadrar politicamente os mercados, estendendo a democracia estatal para além das fronteiras nacionais (2). Com isso, quer-se mostrar que a obra de Habermas não é cega para a relação democracia-capitalismo, para os efeitos colaterais da “colonização da política pela economia”, para a influência corrosiva da economia capitalista na despolitização da esfera pública e da política.</p> <p>Recebido: 22/6/2018<br>Aceito: 30/6/2019</p> Jorge Adriano Lubenow ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7961 Tue, 30 Jun 2020 07:56:12 -0300 Comentário - Globalização econômica, desmonte do estado social e déficit político transnacional: uma análise crítica a partir de Jürgen Habermas http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10468 <p>O que mais chama a atenção, durante a leitura, é a incrível atualidade do texto. De fato, embora o tema seja abordado por Habermas em diferentes escritos e seja o foco principal da obra Die postnationale Konstellation, publicada em 1998, ou seja, há vinte e dois anos atrás, é como se ele nos oferecesse uma desconcertante radiografia do Brasil de 2020.</p> Lilian S. Godoy Fonseca ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10468 Tue, 30 Jun 2020 00:00:00 -0300 As múltiplas figuras de povo em discursos de Maquiavel http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10469 <p>Na leitura das três obras políticas maiores de Maquiavel, é recorrente o uso do termo popolo, ou algum correlato. Assim, se parece evidente o interesse de Maquiavel pela figura “povo”, o que ele entende por ela? Será possível fixar uma concepção suficientemente homogênea e definitiva de povo, no pensamento maquiaveliano, particularmente em Discursos? O propósito deste estudo é mostrar que, embora se faça presente uma ideia de popolo como ator político, na obra de Maquiavel, sua concepção não se deixa fixar de modo definitivo, menos ainda que ela possa ser homogênea e estática. Ao invés disso, pode-se sustentar que a concepção de povo, em Discursos, é polimórfica e varia segundo as conjunturas históricas concretas nas quais ele emerge na cena pública, de forma que se trata de uma ideia em permanente e contínua transformação.</p> <p>Recebido: 30/4/2018<br>Aceito: 29/6/2019</p> José Luiz Ames ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10469 Tue, 30 Jun 2020 08:15:45 -0300 14 notas para 3 preguntas. Breve digresión sobre un problema filosófico en 2666 de Roberto Bolaño http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/4580 <p>El presente ensayo se interroga, a partir de una lectura de la novela 2666 de Roberto Bolaño, por la posibilidad del pensamiento filosófico: ¿Es posible el pensamiento filosófico bajo las condiciones actuales de la experiencia? El problema se plantea por el hecho de que dicha experiencia parece implicar la imposibilidad del pensamiento. Lo anterior entrañaría la siguiente paradoja: de hecho, habría un pensamiento imposible, a saber, el de la imposibilidad del pensamiento. Este problema parece ser puesto en escena en 2666, en un episodio en el que dos personajes (Amalfinato y el periodista Chucho Flores) se confrontan respecto de los asesinatos de mujeres en Santa Teresa. Quisiéramos mostrar que dichos personajes pueden ser concebidos como dos modos del pensamiento, opuestos de manera radical, en tanto que la existencia del uno torna imposible la del otro. Se concluye sobre la derrota del pensamiento filosófico.</p> <p>Recebido: 01/4/2015<br>Aceito: 21/6/2015</p> Juan Vicente Cortés ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/4580 Tue, 30 Jun 2020 11:58:11 -0300 El retorno de la naturaleza: la ética ambiental y la cuestión antropológica contemporánea http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/6097 <p>Repensar la naturaleza en la época actual significa enfrentar las nuevas perspectivas desarrolladas por la ética ambiental, es decir, las respuestas a la crisis ecológica contemporánea. Los dos paradigmas ambientales principales, biocentrismo y antropocentrismo, antes que ser paradigmas éticos son dos visiones antropológicas desarrolladas a partir de una cierta idea del puesto del ser humano en el cosmos. En este sentido, el objeto de este artículo es destacar el hecho de que la ecología es una antropología y, debido a esto, para repensar la naturaleza tenemos que reformular nuestra visión antropológica, dada la insuficiencia a nivel teórico de los principales paradigmas ambientales.</p> <p>Recebido: 06/7/2016<br>Aceito: 30/6/2019</p> Luca Valera ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/6097 Tue, 30 Jun 2020 12:03:19 -0300 Da obra de arte total à síntese das artes http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/8351 <p>Houve, durante o século XX, uma persistente recorrência do tema da síntese ou integração das artes, em especial no campo da arquitetura: desde as vanguardas dos anos de 1920 até a ressurgência do tema, no imediato Pós-II Guerra, com Le Corbusier, Sigfried Giedion e Fernand Léger. No Brasil, nos anos de 1950, o entusiasmo de Mário Pedrosa com a construção da nova capital seguiu o lema Brasília, a cidade nova, síntese das artes (1981b, p. 355-363). A literatura correspondente menciona com frequência os nomes do arquiteto Gottfried Semper, um teórico oitocentista do estilo, e sua cooperação com o compositor Richard Wagner. O interesse contemporâneo pelo tema da síntese ou integração das artes e suas relações com arte e arquitetura aponta para os trabalhos desses dois autores como a proposição inicial, no âmbito da Gesamtkunstwerk ou a obra de arte total. Neste estudo, examina-se a feição especulativa com que Wagner sustentou a Gesamtkunstwerk, como passo estratégico para os estudos sobre o tema.</p> <p>Recebido: 31/10/2018<br>Aceito: 26/4/2019</p> Marcos Faccioli Gabriel ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/8351 Tue, 30 Jun 2020 12:09:22 -0300 Entre Honneth e Hegel: da liberdade à eticidade em "O direito da liberdade" http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/8310 <p>O presente trabalho tem por objeto o retorno a Hegel proposto por Axel Honneth, em O direito da liberdade. Ante as concepções de liberdade negativa e reflexiva – segundo ele, “conceitos de liberdade individual que não levam adequadamente em conta a sua dependência em relação à mediação objetiva” –, Honneth se preocupa em oferecer uma compreensão alternativa, mais larga, de liberdade, que ele nomeia, atribuindo-a diretamente a Hegel, de liberdade social. Tal liberdade, ao contrário da liberdade meramente jurídica ou moral, permitiria que se leve em conta o papel exercido pelas instituições e práticas normativas para a sua realização, reconhecendo-as como sua própria condição. Entretanto, apesar da valorização que é feita assim por Honneth às instituições, o autor é criticado por apresentar uma concepção das mesmas que seria demasiado unilateral. O mesmo ocorre com sua definição de “liberdade social”, a qual remeteria, segundo os críticos, a uma liberdade meramente individual, aquém da significação que lhe seria dada por Hegel. A análise da tese hegeliana acerca de uma eticidade imanente à esfera do mercado e às suas práticas, adotada também por Honneth, nos possibilitará avaliar não só os aspectos que os aproximam ou os separam, mas também a pertinência das críticas dirigidas a Honneth.</p> <p>Recebido: 11/10/2018<br>Aceito: 29/11/2018</p> Polyana Tidre, Inácio Helfer ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/8310 Tue, 30 Jun 2020 00:00:00 -0300 Comentário - Entre Honneth e Hegel: da liberdade à eticidade em o direito da liberdade” de Polyana Tidre e Inácio Helfe http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10475 <p>A filosofia do direito hegeliano de Axel Honneth pertence à terceira geração da Escola de Frankfurt, na qual o estudo do direito, como na segunda geração (que foi marcada pelas obras de Habermas e Maus) foi desenvolvido fora do Departamento de Direito. O artigo “Entre Honneth e Hegel: Da Liberdade à Eticidade em o Direito da liberdade” põe em foco a definição de Honneth de liberdade social decorrente da Filosofia do Direito (FD), de Hegel. Mais especificamente, o artigo fornece certas leituras integradas de Honneth e Hegel que se mesclam na ideia de eticidade imanente no mercado.</p> Vanja Grujic ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10475 Tue, 30 Jun 2020 12:21:14 -0300 Physicalism without identity http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7242 <p>The paper presents and discusses the most influential attempts to characterize physicalism without postulating relations of identity between the physical and the <em>prima facie</em> non-physical. The first section deals with a possible criticism that these attempts are misguided, since they contradict the physicalist slogan “everything there is is physical.” In the second section, I elucidate the different formulations of the physicalist supervenience claim, and argue that none of them consists in an adequate characterization of physicalism. Three reasons are given in favor of this conclusion: their compatibility with forms of dualism (or pluralism); the fact that the supervenience relation is left unexplained; and Kim’s causal exclusion argument, which asserts that merely supervenient entities (i.e., the ones that are not in identity relations with the strictly physical entities) must be epiphenomenal. The third section presents the general features of another identity-independent attempt to characterize physicalism, namely realization physicalism. According to this view, tokens of <em>prima </em>facie non-physical types are realized by tokens of strictly physical types performing the functional roles that specify the nature of the former. The third section also shows how the realization physicalism deals with the objections that make the physicalist supervenience claims inadequate for characterizing physicalism.</p> <p>Recebido: 20/8/2017<br>Aceito: 30/11/2018</p> Rodrigo A. dos S. Gouvea ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7242 Wed, 26 Jun 2019 00:00:00 -0300 O caráter substancial dos organismos vivos em Aristóteles http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7967 <p>Neste artigo, procurarei analisar os fatores envolvidos na determinação da natureza substancial do organismo vivo em Aristóteles. Tais fatores seriam, por um lado, a forte unidade e coesão interna composicional e, por outro, o elevado caráter de independência quanto às propriedades essenciais ou formais, relativamente às propriedades próprias dos componentes materiais por meio dos quais o organismo vivo vem a ser formado, ou relativamente aos outros tipos de particularidades de seres. Com esta análise, pretende-se, ao mesmo tempo, mostrar que, de um modo geral, a unidade do composto orgânico-animado é constituída por um complexo arranjo de camadas estratificadas (elementos, partes homogêneas, partes não homogêneas), no qual as camadas ou os tipos de composições materiais apresentam, entre si, um forte grau de interdependência. Tal interdependência entre as partes materiais, que formam uma rede composicional complexa e bem articulada, faz com que as propriedades essenciais ou formais do todo orgânico se diferenciem sobremaneira das propriedades essenciais dos tipos de componentes que integram esse todo, caracterizando, assim, o caráter substancial da composição orgânica.</p> <p>Recebido: 27/6/2018<br>Aceito: 04/7/2019</p> Rodrigo Romão de Carvalho ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7967 Tue, 30 Jun 2020 00:00:00 -0300 Comentário - O caráter substancial dos organismos vivos em Aristóteles” de Rodrigo Romão De Carvalho http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10476 <p>O conteúdo deste comentário se coloca apenas como uma ampliação ou inserção de algumas questões importantes não apresentadas no artigo original, em relação a alguns conceitos-chave aos quais o artigo não se refere, mas que realmente os pressupõe: o conceito de psyché, corpo organikon, a relação entre physica e psicologia, dynamis (potência) e energheia (ato) (DA II 4-6; III 1-5).</p> Elena Pagni ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/10476 Tue, 30 Jun 2020 12:44:37 -0300 O Legislador e a formação do espírito público no republicanismo de Rousseau http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7504 <p>Ao encerrar a sua explicação concernente à noção de Lei no capítulo VI do Livro segundo do <em>Contrato social</em>, Jean-Jacques Rousseau apresenta algumas inquietações sobre a capacidade de uma população prematura elaborar um sistema de legislação. Tais inquietações conduz o pensador genebrino a preconizar a necessidade de uma figura polêmica e excepcional na engrenagem política republicana: o Legislador. Considerando a excepcionalidade dessa figura, o presente artigo sustentará a hipótese de que mais do que alguém hábil em apresentar um conjunto de leis para um determinado povo, a função republicana primordial endereçada ao Legislador é a de contribuir para engendrar um espírito público em cada cidadão pertencente à república. A hipótese apresentada será defendida a partir de três objetivos: primeiro, examinar-se-ão as razões pelas quais Rousseau julga ser necessário um Legislador na ordenação republicana; segundo, analisar-se-á por que a construção de um espírito público pelo Legislador pode ser considerada uma função republicana; terceiro, perscrutar-se-á quais são as condições necessárias para um povo receber uma boa legislação.</p> <p>Recebido: 11/12/2017<br>Aceito: 26/4/2019</p> Vital Francisco Celestino Alves ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7504 Tue, 30 Jun 2020 12:46:57 -0300 A Dialética da Intuição e do Intelecto: O Critério da Fertilidade http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7601 <p class="Corpo">Trata-se da tradução do ensaio “The Dialetics of Intuition and Intelect: Fruitfulness as a Criterion”, escrito por Peter Gunter, o qual foi publicado originalmente como um capítulo do volume coletivo <em>Bergson and Modern Thought: Towards a Unified Science</em>. Além da tradução, há uma apresentação do texto e um comentário crítico deste. O objetivo dessa iniciativa é divulgar ao leitor de língua portuguesa umas das principais linhas de interpretação da recepção anglo-americana do bergsonismo.</p> <p class="Corpo">Recebido: 02/02/2018<br>Aceito: 30/6/2019</p> Evaldo Sampaio ##submission.copyrightStatement## http://creativecommons.org/licenses/by/4.0 http://www2.marilia.unesp.br/revistas/index.php/transformacao/article/view/7601 Tue, 30 Jun 2020 12:52:09 -0300